http://revistaveredas.org/index.php/ver/issue/feed Veredas: Revista da Associação Internacional de Lusitanistas 2017-11-22T16:55:28+00:00 Regina Dalcastagnè veredas@revistaveredas.org Open Journal Systems <h2>Veredas: revista da Associação Internacional de Lusitanistas</h2> <div id="content"> <div id="journalDescription"> <p><strong><em>Veredas</em></strong> é uma revista semestral da <a href="https://www.lusitanistasail.org/">Associação Internacional de Lusitanistas</a>. Trata-se de uma publicação científica que tem como objetivo a divulgação de pesquisas sobre a literatura e a cultura dos países de língua portuguesa.&nbsp;</p> </div> </div> http://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/381 Expediente 2017-07-27T04:08:34+01:00 2017-07-24T00:00:00+01:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/366 A literatura, a liberdade e a humanização do homem 2017-11-21T06:58:54+00:00 Thiago Henrique de Camargo Abrahão henrique_filosofia@hotmail.com Ulisses Infante ulissesinfante@gmail.com <p style="margin-left: 0.55cm; margin-bottom: 0.3cm; letter-spacing: normal; font-weight: normal; page-break-after: auto;" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="background: transparent;">Em virtude da diminuição paulatina do senso histórico dos homens — consciências por isso <span style="letter-spacing: 0.1pt;">passíveis, diante da realidade social, a viverem em meio a valores fragmentados que não</span> <span style="letter-spacing: 0.3pt;">permitem uma compreensão mais completa e profunda de sua situação no mundo —,</span> <span style="letter-spacing: 0.1pt;">haveria, segundo Jean-Paul Sartre, uma função para a literatura, a saber, ser um meio para</span> <span style="letter-spacing: 0.1pt;">estimular a percepção da liberdade e da responsabilidade do homem, evidenciando, com</span> <span style="letter-spacing: 0.2pt;">isso, o papel humanizador da arte literária, fundada sobre o alicerce de um pensamento</span> <span style="letter-spacing: 0.5pt;">filosófico (o existencialismo) que se quer um humanismo. A partir do pensamento</span> <span style="letter-spacing: 0.2pt;">sartriano, veremos que as ideias do crítico literário brasileiro Antonio Candido sobre o&nbsp;</span><span style="letter-spacing: 0.1pt;">papel da literatura convergem para os mesmos propósitos, de modo que, de nossa parte,</span> <span style="letter-spacing: 0.1pt;">sublinharemos a importância das afirmações teóricas dos dois estudiosos para debatermos</span> a atualidade.</span></span></p> 2017-07-23T19:13:42+01:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/367 História de uma impropiedade: o "Dicionário de bolso", de Oswald de Andrade 2017-11-21T06:58:54+00:00 Laura Cabezas lau.cabezas@gmail.com <p style="margin-left: 0.55cm; margin-bottom: 0.3cm; font-weight: normal; page-break-after: auto;" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span lang="es-ES"><span style="background: transparent;">O </span></span></span><em><span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span lang="es-ES"><span style="background: transparent;">Dicionário de bolso</span></span></span></em><span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span lang="es-ES"><span style="background: transparent;">, um conjunto de verbetes escritos por Oswald de Andrade entre os</span></span></span> <span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span lang="es-ES"><span style="background: transparent;">anos 1930 e 1940, apresenta uma releitura </span></span></span><em><span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span lang="es-ES"><span style="background: transparent;">epifânica</span></span></span></em><span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span lang="es-ES"><span style="background: transparent;"> da história que subverte hierarquias e</span></span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span lang="es-ES"><span style="background: transparent;">&nbsp;</span></span></span><span style="letter-spacing: 0.3pt;"><span lang="es-ES"><span style="background: transparent;">ordenações existentes, a partir da escolha de uma crença vital e militante que torna</span></span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span lang="es-ES"><span style="background: transparent;"> possível a abordagem entre o comunismo e o cristianismo.</span></span></span></span></p> 2017-07-23T19:15:35+01:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/369 As obras de Graciliano Ramos e Guimarães Rosa nos rodapés de Wilson Martins e Franklin de Oliveira 2017-11-21T06:58:54+00:00 André Barbosa de Macedo andre.macedo@usp.br <p style="margin-left: 0.55cm; margin-bottom: 0.3cm; font-weight: normal; page-break-after: auto;" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="letter-spacing: 0.3pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">O objetivo do artigo é abordar a maneira como se deu a recepção crítica das obras de</span></span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">&nbsp;</span></span></span><span style="letter-spacing: 0.3pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">Graciliano Ramos e Guimarães Rosa nos rodapés que Wilson Martins e Franklin de</span></span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;"> Oliveira mantinham, sob a condição de crítico titular, respectivamente nos jornais </span></span></span><em><span style="letter-spacing: normal;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">O&nbsp;Estado de S. Paulo </span></span></span></em><span style="letter-spacing: normal;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">(de São Paulo) e </span></span></span><em><span style="letter-spacing: normal;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">Correio da Manhã </span></span></span></em><span style="letter-spacing: normal;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">(do Rio de Janeiro).</span></span></span></span></p> 2017-07-23T19:17:22+01:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/370 Escritas das asperezas: uma leitura de "Memórias do cárcere", de Graciliano Ramos 2017-11-21T06:58:54+00:00 Ivete Lara Camargos Walty iwalty@pucminas.br <p style="margin-left: 0.55cm; margin-bottom: 0.3cm; font-weight: normal; page-break-after: auto;" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="background: transparent;">Partindo de três verbos utilizados no último parágrafo do primeiro capítulo de <em>Memórias do cárcere</em>, de Graciliano Ramos — esgueirar-se, fugir, esconder-se —, reveladores de um jogo montado pelo eu textual, interessa-me investigar, na construção do texto, a posição do narrador. Considerando o discurso como lugar de interação entre o social e o individual, onde eus diversos circulam entre a lei da sintaxe e a sintaxe da lei, importa examinar o trânsito desse eu, ora possuidor, ora possuído no jogo do gato e rato, nesse teatro/prisão tatuado no texto, um jogo a (des) velar suas regras. Tomando a cadeia e seu espaço como metonímia de espaços outros, investigo como o corpo mutilado e o edifício social carunchado fazem-se escritas das asperezas. Não apenas das asperezas da sociedade, mas também das asperezas do eu, metaforizadas pela boca seca, pela palavra áspera, pela escrita morosa, difícil, metaforizado pelo abscesso que se desenvolvia debaixo da unha do indicador, concretização do abscesso social e existencial.</span></span></p> 2017-07-23T19:18:46+01:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/371 Dar a ver: o olhar poético na obra de João Cabral de Melo Neto 2017-11-21T06:58:54+00:00 Rafaela Cardeal rafacardeal@gmail.com <p style="margin-left: 0.55cm; margin-bottom: 0.3cm; font-weight: normal; page-break-after: auto;" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span style="background: transparent;">Este artigo propõe uma reflexão sobre a questão da visualidade desenvolvida na obra de</span></span> <span style="letter-spacing: 0.3pt;"><span style="background: transparent;">João Cabral de Melo Neto, a partir do conceito de “dar a ver”, um de seus principais</span></span> <span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span style="background: transparent;">objetivos poéticos. Com uma leitura abrangente que acompanhará o percurso desde </span></span><em><span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span style="background: transparent;">Pedra</span></span></em><em><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;"> do sono</span></span></em><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;"> (1942) até </span></span><em><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;">A educação pela pedra </span></span></em><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;">(1966) — o livro de estreia e o exemplar que marca </span></span><span style="letter-spacing: 0.3pt;"><span style="background: transparent;">o ápice da trajetória do autor, respectivamente — analisaremos algumas imagens e</span></span> <span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span style="background: transparent;">propriedades resultantes da percepção visual. Veremos de que maneira a escrita cabralina,</span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;"> apesar de procurar uma perspectiva objetiva, denuncia a mirada do poeta.</span></span></span></p> 2017-07-23T19:20:28+01:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/372 “Entre a pedra e a estrela”: astronomia e geodesia no Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta 2017-11-21T06:58:54+00:00 Érico Melo ericocdemelo@gmail.com <p style="margin-left: 0.55cm; margin-bottom: 0.3cm; letter-spacing: normal; font-weight: normal; page-break-after: auto;" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="background: transparent;"><span style="letter-spacing: 0.3pt;">A análise astronômica do céu durante episódios-chave do grande romance de Ariano</span> <span style="letter-spacing: 0.3pt;">Suassuna aponta para uma minuciosa alegorização de certos planetas e constelações</span> zodiacais. Esta leitura procura demonstrar a intensiva interpenetração entre céu e terra nos panos de fundo siderais e topográficos do livro.</span></span></p> 2017-07-23T19:22:18+01:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/373 Marcelino Freire: ação política pela palavra 2017-11-21T06:58:54+00:00 Maria Zilda Ferreira Cury mariazildacury@gmail.com Gleidston Alis gleidstonalis@yahoo.com.br <p style="margin-left: 0.55cm; margin-bottom: 0.3cm; letter-spacing: normal; font-weight: normal; page-break-after: auto;" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="background: transparent;"><span style="letter-spacing: 0.3pt;">Marcelino Freire, contista notável da geração contemporânea da literatura brasileira,</span> <span style="letter-spacing: 0.2pt;">constrói um universo ficcional muito particular, no qual seus personagens — oriundos</span> <span style="letter-spacing: 0.1pt;">predominantemente das camadas marginalizadas da sociedade brasileira — colocam suas</span> <span style="letter-spacing: 0.1pt;">vozes em cena para escancarar nossas mazelas sociais. Isso se manifesta de forma muito</span> <span style="letter-spacing: 0.3pt;">especial no tocante à hipocrisia dos discursos acerca da universalidade dos direitos</span> <span style="letter-spacing: 0.2pt;">prescritos em lei, numa sociedade tão marcadamente desigual como a nossa. A ironia é</span> estratégia discursiva importante para o autor nessa empreitada, e a violência parece ser um <span style="letter-spacing: 0.3pt;">dos poucos recursos acessíveis para que as vozes evocadas por Marcelino invadam o</span> <span style="letter-spacing: 0.1pt;">espaço público, para o qual jamais seriam convidadas. Essas são as questões fundamentais</span> debatidas neste artigo, nesses tempos em que o espaço público se retrai, o interesse comum <span style="letter-spacing: 0.2pt;">é suplantado pelo interesse privado e até mesmo os direitos ainda sequer efetivamente</span> garantidos são revogados em favor de privilégios.</span></span></p> 2017-07-23T19:23:58+01:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/374 Colonialismo e anticolonialismo em contos angolanos de João Melo 2017-11-21T06:58:54+00:00 André Luis Mitidieri mitidierister@gmail.com Rejane Seitenfuss Gehlen rejanegehlen@yahoo.com.br <p style="margin-left: 0.55cm; margin-bottom: 0.3cm; font-weight: normal; page-break-after: auto;" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="letter-spacing: 0.3pt;"><span style="background: transparent;">A presente análise busca relacionar as obras literárias </span></span><em><span style="letter-spacing: 0.3pt;"><span style="background: transparent;">Imitação de Sartre &amp; Simone de</span></span></em><em><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;"> Beauvoir</span></span></em><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;"> e </span></span><em><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;">Filhos da pátria</span></span></em><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;">, de autoria do escritor angolano João Melo, com o colonialismo e </span></span><span style="letter-spacing: 0.3pt;"><span style="background: transparent;">o anticolonialismo, que são diretamente implicados ao pós-colonialismo. A literatura</span></span> <span style="letter-spacing: 0.2pt;"><span style="background: transparent;">pós‑colonial reflete sobre a condição periférica e sua relação contextual. Como aspecto</span></span> <span style="letter-spacing: 0.2pt;"><span style="background: transparent;">colonialista a ser considerado, </span></span><span style="letter-spacing: 0.2pt;"><span style="background: transparent;">na primeira das coletâneas de contos referidas, tem-se a</span></span> <span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span style="background: transparent;">dominação masculina e, na segunda, a organização da elite angolana pós‑independência.</span></span> <span style="letter-spacing: 0.3pt;"><span style="background: transparent;">Como aspecto anticolonialista, tem-se, no primeiro livro, o&nbsp;pensamento de Simone de</span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;"> Beauvoir acerca da condição feminina, através da busca pela emancipação das personagens </span></span><span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span style="background: transparent;">femininas e, no segundo, as questões da identidade nacional e individual.</span></span><span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span style="background: transparent;">. O engajamento</span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;"> sartriano, redimensionado sob a perspectiva pós-colonialista, apresenta-se como estratégia </span></span><span style="letter-spacing: 0.3pt;"><span style="background: transparent;">antineocolonialista, fazendo frente ao neocolonialismo, representado pela antiutopia</span></span> <span style="letter-spacing: 0.2pt;"><span style="background: transparent;">contemporânea e pelo formalismo pós-moderno, subvertido pela metalinguagem, pela</span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;"> paródia e pela reversão de suas expectativas de leitura, na contística de Melo.</span></span></span></p> 2017-07-23T00:00:00+01:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/375 Eça de Queirós: mercado literário e classe social 2017-11-21T06:58:54+00:00 Rodrigo do Prado Bittencourt rodrigopbittencourt@gmail.com <p style="margin-left: 0.55cm; margin-bottom: 0.3cm; font-weight: normal; page-break-after: auto;" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">Este artigo tem por objetivo investigar a relação entre a escrita e classe social na vida de</span></span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;"> quatro personagens de três livros de Eça de Queirós: Artur Corvelo, de&nbsp;</span></span></span><em><span style="letter-spacing: normal;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">A Capital! (começos </span></span></span></em><em><span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">duma carreira)</span></span></span></em><span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">;</span></span></span> <span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">Carlos da Maia e João da Ega, de</span></span></span><em><span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;"> Os Maias: </span></span></span></em><em><span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">e</span></span></span></em><em><span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">pisódios da vida</span></span></span></em> <em><span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">romântica</span></span></span></em><span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">;</span></span></span><em><span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">&nbsp;</span></span></span></em><span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">e&nbsp;Gonçalo Mendes Ramires, de</span></span></span><em><span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;"> A ilustre casa de Ramires.</span></span></span></em><span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">&nbsp;Assim, faz-se</span></span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;"> necessário conhecer o “campo literário” (</span></span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">Bourdieu</span></span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">, 1996) português da segunda metade do </span></span></span><span style="letter-spacing: 0.3pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">século </span></span></span><span style="letter-spacing: 0.3pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;">XIX</span></span></span><span style="letter-spacing: 0.3pt;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;"> para melhor entender as influências condicionantes que pesavam sobre o</span></span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span lang="pt-BR"><span style="background: transparent;"> escritor iniciante.</span></span></span></span></p> 2017-07-23T00:00:00+01:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/380 Duplicação e originalidade em uma adaptação fílmica do romance O homem duplicado, de José Saramago 2017-11-22T16:55:28+00:00 Ricardo Sobreira ricardosobreira@hotmail.com <p style="margin-left: 0.55cm; margin-bottom: 0.2cm; font-weight: normal; page-break-after: auto;" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span style="background: transparent;">O presente estudo objetiva analisar o filme </span></span><em><span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span style="background: transparent;">Enemy </span></span></em><span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span style="background: transparent;">(2013), a adaptação ambígua e</span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;"> controversa do romance </span></span><em><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;">O homem duplicado</span></span></em><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;"> (2002), do escritor português José Saramago. A&nbsp;</span></span><span style="letter-spacing: 0.5pt;"><span style="background: transparent;">investigação interdisciplinar empreendida neste trabalho problematiza as noções</span></span> <span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span style="background: transparent;">tradicionais de fidelidade e de originalidade com o propósito de caracterizar as adaptações</span></span> <span style="letter-spacing: 0.3pt;"><span style="background: transparent;">fílmicas como transposições intermidiais em que múltiplos códigos intersemióticos</span></span> <span style="letter-spacing: 0.3pt;"><span style="background: transparent;">interagem entre si. Com o intuito de fundamentar tais conceitos, argumentamos que,</span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;"> apesar de </span></span><em><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;">Enemy </span></span></em><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;">alterar elementos do texto adaptado, o filme reacentua a crise psicológica </span></span><span style="letter-spacing: 0.1pt;"><span style="background: transparent;">e a fragmentação identitária vivenciada pelo(s) protagonista(s) romanesco(s) por meio de</span></span><span style="letter-spacing: normal;"><span style="background: transparent;"> uma construção cinematográfica de símbolos complexos e de metáforas visuais.</span></span></span></p> 2017-07-24T00:00:00+01:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/377 Jorge Valentim — “Corpo no outro corpo”: homoerotismo na narrativa portuguesa contemporânea 2017-11-21T06:59:46+00:00 Maria Lúcia Outeiro Fernandes outeiro@fclar.unesp.br 2017-07-24T06:12:48+01:00 ##submission.copyrightStatement##