O layout como fator constitutivo dos quadrinhos: o caso Alexandre S. Lourenço

  • Daniel Baz dos Santos Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Palavras-chave: quadrinhos brasileiros, tira, quadrinhos contemporâneos, teoria dos quadrinhos

Resumo

Este artigo discute a obra “Robô esmaga”, de Alexandre S. Lourenço, com o intuito de demonstrar como algumas de suas histórias são construídas. Nesse sentido, este trabalho aborda algumas noções teóricas da arte sequencial, com destaque para as reflexões feitas por Thierry Groensteen, Paulo Ramos e Barbara Postema sobre a natureza dos quadrinhos. O uso do layout, os balões de texto, a sarjeta e os conceitos de artrologia e espaçotopia são alguns dos instrumentos envolvidos nesta análise.

Referências

Barbieri, Daniele. As linguagens dos quadrinhos. São Paulo: Peirópolis, 2017.

Groensteen, Thierry. O sistema os quadrinhos. Rio de Janeiro: Marsupial Editora, 2015.

Lourenço, Alexandre S. Robô esmaga. São Paulo: JBC, 2014.

Postema, Barbara. Estrutura narrativa nos quadrinhos: construindo sentido a partir de fragmentos. São Paulo: Peirópolis, 2018.

Ramos Paulo. Tiras livres: um novo gênero dos quadrinhos. São Paulo: Marca de Fantasia, 2014.

Sousanis, Nick. Desaplanar. São Paulo: Veneta, 2017.

Publicado
2020-05-05
Como Citar
SANTOS, D. O layout como fator constitutivo dos quadrinhos: o caso Alexandre S. Lourenço. Veredas: Revista da Associação Internacional de Lusitanistas, n. 31, p. 133-154, 5 maio 2020.