https://revistaveredas.org/index.php/ver/issue/feed Veredas: Revista da Associação Internacional de Lusitanistas 2021-08-06T07:45:26+01:00 Regina Dalcastagnè veredas@revistaveredas.org Open Journal Systems <h2>Veredas: revista da Associação Internacional de Lusitanistas</h2> <div id="content"> <div id="journalDescription"> <p><strong><em>Veredas</em></strong> é uma revista semestral da <a href="https://www.lusitanistasail.org/">Associação Internacional de Lusitanistas</a>. Trata-se de uma publicação científica que tem como objetivo a divulgação de pesquisas sobre a literatura e a cultura dos países de língua portuguesa.&nbsp;</p> </div> </div> https://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/700 Expediente 2021-07-28T15:45:44+01:00 Administrador Veredas admin@revistaveredas.org 2021-07-28T00:00:00+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/651 The Sea Was Ever a Sertão: Terra Incognita in Moby-Dick and Grande sertão: veredas 2021-07-28T15:45:44+01:00 Jordan Jones jordan_jones@brown.edu <p>In this article, I read João Guimarães Rosa’s <em>Grande sertão: veredas</em> as an extended contemplation of the Brazilian backlands region known as the <em>sertão</em>, comparing it with Herman Melville’s timeless novel <em>Moby-Dick; or, the Whale</em>, which I read in a similar vein (but with regard to the sea). In this analysis, sea and <em>sertão</em> overlap and become largely interchangeable. In doing so, I also comment on the importance of the way in which we conceive of nature in general, and of the sea and the <em>sertão</em> specifically. The article employs Jedediah Purdy’s idea of the <em>environmental imagination</em> and Steven Vogel’s concept of humility before nature as they relate to perceptions of the environment (and the world) through a literary lens. In short, my focus is on exploring how literary representations of nature can condition readers’ attitudes and behaviors toward it. After detailing the similarities between both narrators’ perceptions and descriptions of sea/<em>sertão</em> as incomprehensible spaces that invite narrators (and readers) to self-discovery, I discuss the potential effects these narratives can have in shaping readers’ perceptions of the environment and their relation to the world in which they live.</p> 2021-07-28T14:21:28+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/663 Por entre metáforas: um estudo comparado entre o Sermão da sexagésima e o sermão Pecadores nas mãos de um Deus irado 2021-07-28T15:45:44+01:00 Francisco Pereira Smith fransmithj@gmail.com Tiane Silva de Sousa tianesousa02@gmail.com <p>O presente estudo, por meio da perspectiva da literatura comparada, propõe-se a confrontar os textos literários <em>Sermão da sexagésima</em>, de Padre Antônio Vieira, e <em>Pecadores nas mãos de um Deus irado</em>, de Jonathan Edwards, no intuito de evidenciar pontos de aproximação e de distanciamento no referente ao uso da metáfora como um dos principais recursos persuasivos utilizados pelos autores. Na análise das obras, empreendeu-se a investigação em dois sentidos, o primeiro referente à estrutura textual, que nos permitiu identificar o modo como as metáforas estão dispostas nos textos, os elementos a partir dos quais são construídas, assim como sua relação com trechos ou passagens bíblicas; já o segundo diz respeito a consideração do texto nas suas relações com o contexto histórico, social e cultural, que nos permitiu não somente compreender o modo como as metáfora se estruturam e produzem sentido no nível interno das obras, mas também o porquê de terem sido utilizadas da forma como foram. Para a realização deste trabalho, recorremos a autores como Carvalhal (2006a; 2006b), Machado e Pageaux (2001), Marsden (2015), Massaud Moisés (2008), entre outros.</p> 2021-07-28T14:30:16+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/667 A doutrina de combate da expansão imperial na cronística portuguesa da Terra de Santa Cruz 2021-07-28T15:45:44+01:00 Wellington José Gomes Freire jutlandia1914@gmail.com <p>O presente artigo pretende se deter sobre a representação dos modos de condução da guerra da expansão imperial portuguesa quinhentista contida nas narrativas cronisticas que tratam da presença militar lusitana na América portuguesa. Pleiteia-se que os métodos de combate descritos nos textos sugerem que a revolução nos assuntos militares, termo que designa na bibliografia especializada o processo de modernização dos exércitos europeus modernos, não fincou raízes em solo lusitano quatrocentista e quinhentista. Os guerreiros e conquistadores que se assenhorearam de uma vasta porção do globo utilizaram predominantemente de táticas de incursão de infantaria desordenada ao estilo de razias. O estudo se baseou em um <em>corpus</em> constituído por cronistas quatrocentistas e quinhentistas: Gomes Eanes de Zurara; Rui de Pina; João de Barros; Lopes de Castanheda; Gaspar Correia; Gabriel Soares de Souza e Frei Vicente de Salvador.</p> 2021-07-28T14:36:44+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/669 “O monopólio da cabo-verdianidade”: A morte do ouvidor (2010), de Germano Almeida, e o desafio de recontar o passado 2021-08-06T07:43:43+01:00 Paulo Victor Alves Lima da Silva paulo.victor@unesp.br Doris Wieser dwieser.fluc@gmail.com <p>Analisando o romance <em>A morte do ouvidor</em> (2010), de Germano Almeida, este artigo propõe compreender o exercício de recontar o passado como resposta às demandas pós-coloniais de domínio e consciência sobre a história e como uma maneira de questionar e reformular as noções de identidade cultural em Cabo Verde. Ao observar os recursos historiográficos e metaficcionais mobilizados no romance para montar a trajetória do coronel António de Barros Bezerra de Oliveira, busca-se perceber como os dois eixos em que se articula o romance exploram o passado e o presente de forma crítica, irônica e fragmentada, e abrem caminho para afirmar o “ser cabo-verdiano” e a possibilidades de novos posicionamentos.</p> 2021-07-28T14:46:42+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/682 Transfusões linguísticas: o percurso plagiotrópico na transcriação das duas cenas finais de Fausto II, por Haroldo de Campos 2021-08-06T07:45:26+01:00 Ana Carolina Lopes Costa ana.costa@unir.br <p>Este artigo tem por objetivo realizar uma leitura, guiada pelo princípio plagiotrópico, da tradução das duas cenas finais do <em>Fausto II</em>, de Goethe, efetuada por Haroldo de Campos. O termo plagiotropia, oriundo do campo biológico, foi aproveitado pelo crítico, tradutor e poeta paulista para explicar o desenvolvimento da tradição literária, lançando sobre essa uma noção de plasticidade: a força motriz que permite o desenvolvimento e a conjugação das poéticas ao longo do tempo é também transversal (Campos, 2005). Aqui, do mesmo modo, o estudo dessa união de poéticas passa necessariamente pelo conceito haroldiano de transcriação: a tradução como criação e como crítica. Nesta esteira, focalizando a intertextualidade de Goethe, que se utiliza do tom dos coveiros hamletianos na cena “Enterramento”, Campos, pautado pela noção de tradução como crítica, transcriará a cena através do diálogo com João Cabral de Melo Neto. O coro dos lêmures, em português, está imbricado pelos versos de <em>Morte e vida severina</em> intensificando, assim, o processo de ramificação oblíqua. Para efeito de compressão desse gesto tradutório, refletiremos sobre o que chamamos de <em>dicção da pá</em>, a concretude cabralina, objetivando compreender como Haroldo de Campos o aproveita em sua tradução. Em sua prática transluciferina, Campos adota a fissura da forma e do conteúdo para usurpar, pelas frestas do discurso, o trono do texto original.</p> 2021-07-28T14:54:08+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/691 Insularidade e identidade em Onésimo Teotónio Almeida: da cultura à literatura 2021-07-28T15:45:44+01:00 Josê Cândido de Oliveira Martins martins.candido@gmail.com <p>A ilha e a condição da insularidade, face ao continente, constituíram-se, frequentemente, como continuado pretexto afectivo e sobretudo intelectual para questionação do complexo tema da identidade cultural (regional, nacional ou supra-nacional), tema polémico e complexo. Isso é particularmente visível na escrita, sobretudo ensaística, mas também literária, do escritor português Onésimo Teotónio de Almeida. Em várias das suas publicações, ao longo de algumas décadas – desde os ensaios aos textos criativos – o discurso reflexivo deste autor visa uma persistente indagação identitária, que articula o local ou regional com o nacional e até o universal, abarcando os sistemas da cultura e da literatura.</p> 2021-07-28T00:00:00+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/676 Signos da diáspora na formação da identidade cultural moçambicana: a palavra poética como lugar da diferença 2021-07-28T15:45:44+01:00 Luciana Brandão Leal luciana_brandao@hotmail.com <p>Neste artigo, apresenta-se uma leitura dos poemas de Virgílio de Lemos com o objetivo de analisar os percursos diaspóricos propostos por esse escritor em diversos momentos de sua obra, para então situá-lo no cenário da moderna poesia moçambicana. Tais reflexões amparam-se no conceito de diáspora proposto por Stuart Hall (2011) e retomado por Prisca Agustoni (2013) que consideram os movimentos diaspóricos de pessoas, ideias e signos, não se limitando ao deslocamento físico.</p> 2021-07-28T15:13:20+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/664 Sara Brandellero; Derek Pardue e Georg Wink (Orgs.) – Living (il)legalities in Brazil. Londres: Editora Routledge, 2020 2021-07-28T15:45:44+01:00 Juliana Santini jsantini@fclar.unesp.br <p>Resenha:&nbsp;<em>Living (il)legalities in Brazil</em>, com organização de Sara Brandellero, Derek Pardue e Georg Wink.</p> 2021-07-28T00:00:00+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/692 Gilda Santos, Luci Ruas, Teresa Cristina Cerdeira (Orgs.). Sena e Sophia: centenários. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2020 2021-07-28T15:45:44+01:00 Gabriela Silva srtagabi@gmail.com <p>Resenha do livro Sena&amp;Sophia: centenários, publicado pela editora Bazar do Tempo. O volume organizado por Gilda Santos, Luci Ruas e Teresa Cristina Cerdeira é a recolha das conferências e palestras apresentas no evento de 2019, celebrativo do centenário dos escritores.&nbsp;</p> 2021-07-28T15:31:23+01:00 ##submission.copyrightStatement##