Mil e um mistérios, de António Feliciano de Castilho: uma paródia da literatura de horror
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Keywords

António Feliciano de Castilho
literatura de horror
século XIX

How to Cite

PAVANELO, L. M. Mil e um mistérios, de António Feliciano de Castilho: uma paródia da literatura de horror. Veredas: Revista da Associação Internacional de Lusitanistas, [S. l.], n. 34, p. 40–53, 2021. DOI: 10.24261/2183-816x0334. Disponível em: https://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/613. Acesso em: 19 apr. 2026.

Abstract

Apontado como o precursor da literatura gótica portuguesa, devido à sua balada "A Noite do Castelo" (1836), António Feliciano de Castilho (1800-1875) é também aquele que foi responsável pela "verdadeira sátira ao romance de horror" (Sousa, 1979, p. 59) em Portugal. Pelo fato de Castilho ter entrado na historiografia como poeta, a crítica literária praticamente ignora a publicação de Mil e um Mistérios: romance dos romances, cuja primeira parte foi lançada em 1845. A obra recebeu uma continuação na edição de 1907, publicada pelo seu filho, a partir de um fragmento encontrado entre os manuscritos de Castilho, mas, mesmo assim, permaneceu incompleta. Apesar de inacabado, o romance merece ser estudado por trazer uma faceta praticamente desconhecida de Castilho. Sendo assim, é nosso objetivo apresentar uma análise de Mil e um Mistérios, de forma a enriquecer a compreensão sobre o gênero no Oitocentos português.

https://doi.org/10.24261/2183-816x0334
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