De couro e de plástico: relatos de um outro sertão
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Palavras-chave

regionalismo
sertão
Ronaldo Correia de Brito

Como Citar

MARTINS, A. de O. De couro e de plástico: relatos de um outro sertão. Veredas: Revista da Associação Internacional de Lusitanistas, [S. l.], n. 29, p. 183–195, 2019. DOI: 10.24261/2183-816x1129. Disponível em: https://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/536. Acesso em: 25 abr. 2024.

Resumo

Este artigo pretende demonstrar como a obra do escritor Ronaldo Correia de Brito tem colocado insistentemente em xeque as delicadas fronteiras entre sertão e cidade; localismo e cosmopolitismo; fixidez e mobilidade; tradição e modernidade. Nos contos de "Faca", "Livro dos homens" e "Retratos imorais" ou no romance Galileia, os discursos sobre o sertão nordestino, ambiente privilegiado da ficção do autor, são tensionados ao limite, apontando quase sempre para temporalidades que ora se antagonizam, ora se superpõem. A análise desses confrontos se baseia, em especial, em questionamentos conceituais apontados por Antonio Candido (1987), Ligia Chiappini (1995) e Durval Muniz de Albuquerque Júnior (2011) acerca das representações do sertão na prosa brasileira.

https://doi.org/10.24261/2183-816x1129
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